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When Altitude Information Is Unreliable - The Operational Risks of Air Data System Discrepancies
In modern aviation, we trust our instruments until they no longer reflect physical reality.


Fatigue Risk Management: o próximo salto da aviação não é mais regra — é inteligência operacional
Historicamente, a fadiga na aviação foi abordada quase exclusivamente como questão de cumprimento das Flight Time Limitations (FTL)...


AVIATE – NAVIGATE – COMMUNICATE X MANAGE – MONITOR – INTERVENE – As duas hierarquias que salvam voos
“Aviate–navigate–communicate” e “manage–monitor–intervene” só ganham verdadeiro significado quando observamos o que realmente acontece na linha e no simulador.


Segundos de cérebro: quanto tempo o piloto realmente tem para ver, entender e decidir no cockpit?
Pilotos têm bem menos “tempo de cérebro” do que parece para ver, interpretar e agir sobre o que aparece no PFD e nos sistemas de bordo, sobretudo em decolagem e aproximação.


Limite cognitivo, viés e treinamento: o que realmente precisa mudar no simulador.
Treinar pilotos hoje significa treinar o cérebro que opera a cabine: carga cognitiva, vieses e automação precisam entrar explicitamente no briefing...


Cognitive limits, bias and training: what really needs to change in the simulator
Training pilots today means training the brain that runs the cockpit: cognitive workload, bias, and automation must appear explicitly in simulator briefs, exercises, and debriefs...


Fraude em peças aeronáuticas: O parafuso da TAP que salvou a aviação mundial
Um parafuso que não encaixou num motor CFM56 da TAP durante manutenção expôs uma das maiores fraudes em peças de aviação dos últimos anos.


Aircraft Parts Fraud: The TAP Bolt That Saved Flights
A bolt that didn't fit a TAP CFM56 engine during routine maintenance exposed one of aviation's largest recent parts frauds.


O voo TAP em Praga e o CFIT evitado - Limite cognitivo?
Um CFIT “evitado por segundos”. No dia 17 de janeiro de 2026, o voo TP1240 da TAP Air Portugal, um Airbus A320neo CS‑TVG que fazia a rota Lisboa–Praga, viveu um episódio que as autoridades checas já classificaram como um dos incidentes mais graves das últimas décadas no aeroporto Václav Havel.


Viés cognitivo na cabine: o inimigo invisível da segurança operacional
distorcem a percepção de risco e influenciam decisões críticas.
